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Cães extremamente alertas, excelentes para alarme


O Iceland Dog ou Cão da Islândia foi desenvolvido exclusivamente para o pastoreio e por isso é destituído de qualquer instinto de caçador. Eles são alegres, ativos afetivos e geralmente com 18 meses ainda estão se desenvolvendo mentalmente. O contato estreito com humanos e uma disciplina firme e calma são muito importantes no desenvolvimento do seu caráter. Por serem extremamente alertas, tornam-se excelentes cães de alarme. Como a maioria dos cães pastores, eles são muito amigáveis.

A pelagem é grossa, abundante, eriçada e de comprimento mediano.

A cor é trigo, preto, fulvo e um branco "sujo", geralmente com marcações simétricas em branco e por vezes uma máscara preta.

Na aparência geral o Cão da Islândia é um cão de porte médio com aparência típica dos cães nórdicos, de perfil quadrado, ossatura forte e com o 6º dedo duplo.

O focinho é curto e compacto e o crânio é largo, separando bem as orelhas, que são pequenas, triangulares e eretas. A cauda, com pelagem abundante, é portada alta, enrolada por sobre o dorso.

HISTÓRIA

O Iceland Dog, ou Cão da Islândia, é descendente de cães levados à Islândia por colonizadores escandinavos. Existem antigos relatos de vikings levando pequenos cães pastores, na época da colonização da Islândia, por volta de 880 D.C..

Em "Um Verão na Islândia", escrito por Sir Richard Burton em 1875, uma nota conta que um bom exemplar destes cães conseguia obter o mesmo valor de um cavalo. Outra passagem cita como um cão podia encontrar uma ovelha soterrada por vários metros de neve. Um personagem de Shakespeare, "Pistol", também fala desse cão.
Em 1898, na Dinamarca, um padrão foi redigido para a raça, que, no entanto, era muito propensa a adquirir uma verminose (Tênia), na época sem tratamento e facilmente transmitida para o homem. Para que a parasitose entre os homens não se espalhasse, esses cães foram banidos de Rekjavik, (capital da Islândia). Com isso, ao final do século XIX, o Cão da Islândia estava praticamente extinto.

A raça foi reconstituída por criadores ingleses e islandeses, usando os poucos remanescentes e introduzindo cautelosamente outras raças de cães pastores nórdicos. A senhora Sigridur Petursdottir foi a grande responsável por este renascimento e em 1969 um clube foi formado para dar suporte à raça.


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