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Uma verdadeira bola de pêlos

O Spitz Alemão é, literalmente, uma fofura. É um cão de companhia, fácil de educar e está sempre atento e vivo. Além de ser uma raça muito alegre e bem disposta, é ótimo para dar alarme.

Extremamente ligado ao dono, o Spitz é dividido em cinco categorias: Spitz Lupo ou Keeshond, Grande, Médio, Pequeno e Anão ou Lulu da Pomerânia. A sua altura varia de 22 a 48 cm e o peso de 3 a 30 kg. Lulu é o apelido da raça na França e no Brasil.

Os mais populares são o Spitz Lupo e o Spitz Anão. O Keeshond é particularmente popular na América do Sul. Vivem, em média, de 12 a 14 anos.

A pelagem é fascinante e dificilmente se perdem pêlos pela casa. A escovação deve ser freqüente. As cores do Spitz são cinza, cinza lobeiro (cinza prata com graduações de preto carvão na extremidade dos pêlos), sendo mais claro no focinho, olhos, membros, ventre e cauda.


Em geral, convivem em harmonia com outros cães e, se acostumados e treinados desde cedo, podem conviver com outros animais e até mesmo com gatos.

O Spitz mais criado é o compacto ou quadrado, mas há ainda um outro muito comum. O chamado retangular com dorso mais comprido.

O tipo quadrado é o ideal. A proporção entre a altura na cernelha (ponto mais alto do dorso) e comprimento do corpo (exceto cabeça, pescoço e cauda) deve ser de um para um. Daí ser chamado de tipo quadrado ou compacto. Nele a aparência de bola de pêlos alcança a sua maior perfeição.

Já o tipo retangular de Spitz é mais comprido que alto. Por isso, é apelidado de retangular ou comprido. Ele é mais raro na variedade Anão e bem mais comum na Pequena e nas outras maiores.

O ponto forte da raça é a obediência. Ela ocupa a 23ª posição do livro A Inteligência dos Cães. A tendência é que o Spitz Anão e o Pequeno obedeçam 85% das vezes ou mais a uma ordem e aprendam um comando novo com apenas cinco repetições.

O Spitz não é de brincar o dia inteiro, alterna momentos de euforia e sossego. Por ser pequeno e com a ossatura razoavelmente delicada, quedas e trancos podem ser graves. 

Diversas personalidades de renome em diversas épocas mantinham seus pequenos Lulus: entre eles encontramos Michelangelo (1475-1564), cujo cão o acompanhava durante o trabalho de pintura da capela Sistina, Mozart (1756-1791) tinha uma fêmea chamada Pimperl a quem chegou a dedicar uma ária, no que mais tarde seria seguido por Chopin (1810-1849), que dedicou a valsa "Valse des Petits Chiens" à sua cadelinha da raça. 

Origem e História

Logo após a revolução Francesa, a Holanda foi dividida em dois grandes partidos: o do Príncipe de Orange (Prince of Orange) e o dos Patriotas sendo que estes últimos eram liderados por um amante de cães, chamado Kees de Gyselaer. Ele nessa época possuía um desses Lupos e por isso a raça levou seu nome e acabou se tornando o símbolo dos Patriotas.

No entanto quando o partido Prince of Orange se estabeleceu como o dominante, poucas pessoas queriam ter um cão que representava a oposição.


O declínio da raça permaneceu até 1920, quando a Baronesa Hardenbroek se interessou pela raça e investigou quantos animais da antiga linhagem haviam sobrevivido. Para sua surpresa, a raça era mantida nas formas originais por alguns capitães de barcos fluviais, fazendeiros e caminhoneiros. Passou então a divulgá-la por toda a Europa e o Clube Holandês do Keeshond foi fundado em 1933.


No caso específico dos Spitz, conhecidos até a década de 90 como Lulu ou Pomerânia (nome mantido ainda pelos criadores americanos e canadenses), especula-se que a raça tenha sido desenvolvida numa região de fronteira entre a atual Alemanha e a Polônia, conhecida por Pomerânia.

A sua expansão para o mundo ocidental deveu-se principalmente ao fato de terem caído nas preferências da realeza britânica. Os primeiros cães da raça chegaram à Inglaterra na bagagem da rainha Charlotte, esposa do rei George III. No entanto foi com a paixão de sua neta, a Rainha Victoria, que os Pomerânias ganharam destaque, especialmente a partir de do século XIX, quando foram aceitas pelo The Kennel Club.

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